Morte Azul

...a única verdade é a ficção






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Mesa de poetas UERJ


Na ordem: Ana Chiara, Laura Erber, Michel Melamed, Ângela Melim e Chacal.




Mesa de poetas UERJ
Jonathan, Michel Melamed e eu. Tietagem + vida acadêmica: uma combinação tentadora e perigosamente vergonhosa.



Ivana Arruda Leite (retirado do seu blog)

Ivana é uma escritora intensa de escrita movida por paixão e entrega, mas ainda consegue me surpreender com esse poema minimalista que sempre me comove quando leio.
Sempre que o leio penso na minha lista. Qual seria?


Acho que poupei a minha ironia demais nessa lista! rsrsrsrs Mas está valendo!



Onde: UERJ
Quando: Quinta-feira!


* Para ver melhor, só clicar na imagem, né?


Blog do Laerte

"Não, você não sabe, você não sabe como

tentei me interessar pelo desinteressantíssimo..." (Caio Fernando Abreu)





Desculpa, eu tentei.

Ali estava.

Sentada na sala, todos os dias.

Oferecendo o melhor sorriso com as mãos apertadas na saia.

A minha ironia refinada

E você riu

( quantas vezes?)

do meu sarcasmo.

Mas por que sempre no olho do teu sorriso esse fio de raiva?

Eu te disse coisas bonitas

Gostava de ver você sorrir.

Eu te disse “saudade”, “afinidade” e um bocado de “sim”.

E por que de volta só tuas palavras e sentimentos virando rápido a esquina?

Eu gastei o que não tinha para te visitar em outra cidade.

Organizei os teus remédios.

Confiei o segredo do meu corpo descoberto.

E no meio desse encontro de sábado sei que perdi.

Perdi para tua postura de bote

Para a sensação riscada na carne, pendurada no teu sorriso crispado

Que falei além.

Descer as escadas da tua casa

Correr, fugir...

Eu que digo demais

Para tentar te ensinar um pouco de entrega.

Eu juro que tentei.... Mas acho que...

Não que eu seja santa.

Só tentei que acontecesse contigo

E eu...juro... que.


"- Obrigada pelos livros!"

Terminei.

E daqui pra frente te deixo livre pra pensar o pior de mim.




Meu aniversário foi no dia 7 de Setembro. Mas dele já me esvaziei, passou e fiquei com as lembranças lindas do dia.
Dessas lembranças posto essa jujuba da poeta-nova Elisa Beatriz. Mistura de sensibilidade, elegância e intensidade. O poema dela vibra! Vibrou muito mais no meu coração!




Fabi!!


Alma de poeta,
Rabisca a janela... com sinuosos esboços!
Tem fome, come...Letras!
Ressucita os imortais das horizontais
Come Caio, Machado, Nietzsche, Shakespeare
Despe-se de preconceitos,
Saboreia linhas,versos , escritas em rimas raras...
Lava da alma os resquícios de mágoas
Alça vôo ao indefinível,
Liberta-se para várias primaveras!
E no rabisco adormecido, inflama a dormente chama,
VIVE!!


Elisa Beatriz ( 7/9/2009)

Morte Azul

O que eu quero
É o que te inspira,
O teu bom gosto,
O teu mergulho dentro do corpo,
A tua incontrolável Morte Azul...

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