Fim das férias

Por que assim tão perto?
Pra dizer, boca sem pausa,
Sua respiração
Silábica,
Estranha.


E por que assim tão próximo?
Sussurrando fa-bi-a-na
Que ardem
Na devassidão
De teus lentos atos extremos


Meu pulso dói com a força
Dos teus dedos.


Dói?


E este olhar chegando
Da sombra, da luz.
Todos os lugares,
Ao som de chuva,
Para além dos desvios da pele
Ocupando meu espaço.


Fabiana Farias



Charles F. Miranda  – (21 de agosto de 2009 15:19)  

Aiaiai uiui ... to achando q o velho sofá de guerra foi testemunha de ações libidinosas esses dias kkkk! Lindo demais Fabi!!

Jonathan  – (21 de agosto de 2009 16:06)  

Ui!!!! Lembro desse poema!!!! Época do Carlito!!!! Poema com o próprio nome!!!! Ele é maravilhoso, é instigante!!! É perceptível (por falta de palavra melhor) a diminuição do mundo no momento em q o outro chega perto e cresce!!!! Ideia sensacional, aliás!!!
Sem falar no verso lindo: "Para além dos desvios da pele"

Mt bom, Fabi!!!!!

SuSu  – (22 de agosto de 2009 18:00)  

Voltei só para dizer que amei a tradução da letra,menos as repetições!kkkkkk.....Fabi sempre mandando muito bem!!
suk

Denise  – (29 de agosto de 2009 15:45)  

Lindo Fabiana, o poema tem vida... nossa! E a trilha sonora? Maravilhosa, Beijos!

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